quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Prostitutas do Morro do Alemão mudam clientela

Antes os traficantes, gerentes e soldados do tráfico é que sustentavam as prostitutas do Morro do Alemão. Agora são os turistas.

A ocupação do Morro do Alemão expulsou os traficantes e seu "staff" criminoso. As prostitutas do Morro os tinham como clientes. Com a sua saída, os turistas estrangeiros, sabedores da sensualidade e dos corpos latinos e atraentes das moças das favelas, além de visitar as "comunidades", também querem usufruir dos corpos das mesmas, no exercício do chamado "turismo sexual".

Ora, pense bem. Este tipo de clientela é mais "limpo", tem mais dinheiro, e não usa de violência para com estas "meninas". Isto mesmo, MENINAS. As prostitutas tem entre 12 e 16 anos. É a faixa etária preferida. E a propaganda é feita através da Internet.

São novos tempos. E agora, ninguém deste segmento lucrativo e promissor vai querer perder seu "negócio". Os traficantes estarão definitivamente alijados disto que só dá lucro, e cuja "renovação de estoque" é constante.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Refinaria de Manguinhos vai virar empreendimento

Fruto de um minucioso trabalho de ocupação das favelas e de implantação de UPPs, a Refinaria de Manguinhos será desapropriada para dar lugar a um empreendimento padrão para a implantação de

Na região da Refinaria fica a não menos famosa favela do Jacarezinho. Não houve resistência à ocupação, afinal o poder público tem a Lei e os Recursos bélicos e financeiros para fazer tal coisa, além de compromissos internacionais.

O que o tráfico de drogas precisa compreender é que sua "brincadeira" se chocou com conceitos bélicos, sociais e até constitucionais. Não existem áreas de exceção às leis, e nem pequenos países dentro de nossa federação.

Existem GRANDES interesses empresariais que falam MUITO ALTO. Áreas que podem ser desapropriadas para obras de infra-estruturas e coisas sérias estão sempre sendo visadas por empreendedores, que tem poder de barganha, e mesmo com interesses não reveláveis, conduzem a sociedade ao progresso.

As favelas são simples faroestes com os quais o governo pode acabar a qualquer hora. Quem manda em qualquer país é o INTERESSE ECONÔMICO, para o nosso próprio bem, pois este poder evoca as leis. O tráfico é CONTRA A LEI.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

O massacre dos jovens em Gericinó

Mais um reflexo da falta de mando e politicagem no Rio de Janeiro: 6 jovens mortos a toa por traficantes.

É certo que o homem pode ser vítima de seu espírito aventureiro, mas o Rio de Janeiro parece o Líbano, Síria ou Jordânia. O direito constitucional de ir e vir dentro de algo que PERTENCE AO TERRITÓRIO BRASILEIRO está sendo desrespeitado, e o culpado é o Governo do Rio de Janeiro, omisso e hesitante.

Já existem suspeitos

Veja só, existem 20 suspeitos para o crime. Um número deste já configura quadrilha, de longe, e é um absurdo. Será que precisa de tantos marginais para executar 6 gratuitamente ? Se fosse para um cerco ou captura, ainda iria. Tal é o atestado de crueldade. E tiveram tempo de tirar as roupas das vítimas, amordaçar, enrolar os jovens em lençóis. E os corpos tem marcas de facadas e tiros. Parece até que os traficantes andam jogando Call of Duty, Counter-strike e outros.

Área de segurança

Ora, Gericinó é região de treinamento militar. Então, como as proximidades de delegacias, podemos dizer que não são mais áreas de segurança como os militares querem que seja, colocando suas placas de advertência ?

Eleições

A coisa está tão desavergonhada, que tomamos conhecimento que os traficantes cobram pedágios de R$ 50 mil para que os candidatos possam fazer propaganda na área imunda em que habitam estes meliantes.

A solução

Sem sombra de dúvida, e sem conversa fiada, a solução é intervenção militar, com cassação de direitos nas áreas de risco social, e prisão sumária por terrorismo.

Chega de moleza

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

A prisão do traficante Nem (Nenhum)

Como uma sucessão de Nadas e de Ninguéms, indivíduos sucederam indivíduos para vender somente pó.

Digo indivíduos, porque tais entidades pessoais nunca alcançaram o status de Pessoas ou Cidadãos. Não são Pessoas, porque:


  • Nunca construíram caráter;
  • Não dão valor às Pessoas e nem aos Cidadãos e nem à Vidas, pois matam e matam;
  • Não atingiram status de Cidadãos, porque nunca pagaram impostos ou participaram de projetos para crescimento humano;
  • Nunca trabalharam nem ganharam algum dinheiro com o próprio suor;
  • São filhos do Diabo e a ele servem, e seu salário é a morte eterna (que não é a comum);

Os somente chamados traficantes (só são isto e mais nada) reinam o Reino da Mentira. O pó é mentira, pois promete a Paz, mas não a sabe dar. Seu comércio nem sequer o é, pois não existe comércio onde não houver despesas contabilizadas dentro de um sistema monetário válido. Sua gerência, sem dinheiro roubado, armas e mortes não suportaria uma loja de garagem, nem um armarinho, nem uma LanHouse.

Uns pobres coitados, que quando o Estado resolve agir os sufoca imediatamente. Nem policiais convencionais acreditaram em seu suborno, nem com oferta de um milhão de Reais. O exagero dos crimes e mortes desgastou a ilusão do ganho fácil, dinheiro de sangue e de podridão.

Durante anos, indivíduos de origem pobre e de temperamento preguiçoso se acharam protegidos por jovens de bermuda e chinelo ostentando fuzis que nem sabem usar direito, obedecendo outros indivíduos semelhantes a eles em formação e temperamento, sem direção e medrosos. Tem vida curta e se matam uns aos outros ao menor mau humor.

Arranjaram este termo de mentira "comunidade". Que comunidade que nada, na hora de mandar matar não tem nada de comum-idade, nem de comum-bairro, nem de comum-cidade, e sim egoísmo e vaidade.

O povo dos morros cariocas tem que parar de obedecer indivíduos sem nenhum título, sem nenhum talento, sem nenhum respeito. Quem obedece assassino é assassino, quem obedece criminoso é criminoso, quem respeita lei de tráfico tem que ser vítima dele.

O Estado tem a lei nas ruas, como o Pai tem a lei em casa. O Estado pode parecer que perde, por vezes, mas quando levanta o braço, esmaga quem não cumpre a lei. Quem deu a autoridade aos nossos representantes foi Deus, e o estrago será grande.

E em São Paulo

Em tempo lembramos, que estudantes da USP querem a PM fora, e para que ? Para poder fumar maconha. Que beleza ! Será que querem transformar São Paulo num Rio do Tráfico de Janeiro ? Pau neles, raça de víboras. Estudante não sabe nada. Tem que pegar é na enxada, trabalhar, entrar na vida, acordar cedo e aguentar chefe. Bando de moleques. Se os pais não surraram, sobrou prá PM fazer o serviço. Quem não vê o chinelo em casa tem que se encontrar com o cassetete da PM.

domingo, 6 de novembro de 2011

A morte do jornalista cinematográfico da Bandeirantes

Com a concorrência acirrada da Internet, e da capacitação dos vários canais de TV, inclusive a cabo, obter informação crítica e bem "fresca", tornou-se questão crucial.

Para cumprir tais requisitos de uma mídia cada vez mais democratizada, é necessário correr mais riscos. Do que a população mais gosta ? Resposta: Notícias que envolvam o crime. A morte, o sangue, atrai o ser humano, principalmente o de menor cultura, maioria no nosso país.

A notícia de tiroteios, tráfico e morte, são de fácil interpretação, não exigindo uma capacidade que já foi comprovada em experiência divulgada na TV: a interpretação do texto. Jornais como o Aqui e o Super vendem igual água, facilitado pelo fator preço.

Então, a Band enviou seu repórter cinematográfico Gélson Domingos para a "frente de batalha" na favela Antares, nesta conturbada cidade do Rio de Janeiro, não contra a sua vontade, pois este repórter o fazia por vocação e gosto. E o mesmo levou um tiro de fuzil.

Para quem nunca pesquisou a respeito do colete à prova de balas, o mesmo não é propriamente à prova de TODAS os tipos de bala. O utilizado pela polícia convencional tem graus de tolerância tanto de velocidade da bala, quanto da superfície de penetração da mesma.

O colete do Tipo I protege contra balas de rifle calibre 22 (2.6 gramas) até 329 metros por segundo (1184 km/h) de velocidade, ou calibre 38 (6.2 gramas) a 322 metros por segundo (1159 km/h). Este é o utilizado pela polícia convencional. Estas velocidades ultrapassam a velocidade do som (300 metros por segundo), ou seja, você só ouve o som do estampido um segundo após ser atingido.

O colete do Tipo IIA protege contra balas de 9 mm (6.2 gramas) a 373 metros por segundo de velocidade ou calibre 40 (11,7 gramas) a 352 metros por segundo ou calibre 45 (14,9 gramas) a 275 metros por segundo.

Existem outros tipos, que não precisam ser citados aqui.

As forças de segurança e batalhões especiais da polícia usam tipos a partir do IIA. Já o colete do jornalista era do tipo I. E o tiro que o atingiu foi de fuzil, ou seja, munição perfurante, contemplada pelo tipo de colete III. A bala de fuzil (9,6 gramas) "voa" a mínimos 847 metros por segundo (absurdos 2880 km/h), ou seja, se você for atingido, ouvirá o estampido após 2,5 segundos, se não morrer antes disto.

Existe outro fator que não se refere só à perfuração. A quantidade de movimento de uma bala a esta velocidade é (cálculo da física convencional): 9,6 gramas multiplicado por 847 metros/segundo = 8131,2 gramas.metros/segundo = 8,1312 Kg.metros/segundo, ou seja, uma pedra de 8 Kg atirada com força suficiente para percorrer 1 metro em um segundo. É como um soco dado por uma mão segurando quase dois sacos de arroz de 5 Kg.

Portanto, se a bala não penetrar o colete, o indivíduo atingido receberá um impacto que o fará recuar, ou quebrará uma costela (no peito), ou o fará ficar tonto (na cabeça protegida por capacete de kevlar).

E pedem a prisão do assassino

É engraçado, quando morre um policial, não pedem a prisão do assassino, mas quando morre um jornalista o seu sindicato clama por prisão. Que lógica é esta ? A todo encontro com morte envolvendo policiais, os jornalistas disparam acusações (injustas). A verdade é que A IMPRENSA SE ACHA MELHOR DO QUE TODOS, inclusive do que as nossas valorosas forças policiais, mesmo com todos os problemas que existem nas corporações. Hipocrisia e corporativismo é o que a imprensa pratica.

A apuração deve ser igual, para policiais mortos e jornalistas mortos. O que acontece no Rio de Janeiro é GUERRA. É preciso que TODOS tomem consciência disto. O estado está em regime de exceção devido ao tráfico, e a normalidade só voltará quando o último traficante for morto.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Mais uma vez o morro do Alemão

O tráfico de drogas é como um ovo da serpente.

As forças de segurança tomaram e controlaram o espaço e o governo do morro do Alemão. O ovo colocado pelo tráfico, morta a serpente, quer novamente gerar outra serpente.

Tráfico como vocação

Áreas das cidades são conhecidas como pontos turísticos, outras como pólo da moda, outras como pólo de produtos eletrônicos. Os morros do Rio de Janeiro tem vocação de ... tráfico. Pobres infelizes. Vida perigosa, curta, suja, destruída e destrutiva.

Que produto é este, um nada, uma ruína, que é este pó de cocaína, oriundo de um povo pobre, o povo do Oeste da América do Sul, não conhecido pelo progresso, mas pela estagnação no estado de pobreza média, cheios de tradição histórica, mas que não se industrializaram a contento.

Pobres infelizes viciados, cheiradores de um pó cheio de toxinas químicas, e que agora descobriram o resíduo do primeiro, mais potente e mais efêmero.

Olha, ser conhecido como um Estado com vocação de consumo de cocaína e de formação de quadrilhas é realmente da lata do lixo. O carioca precisa parar de se jactar de citadino da cidade maravilhosa e tomar as rédeas da cidade e do seu Estado. Cidade maravilhosa não, cidade do pó e da desordem, caricatura de turismo, "achante" (se acham).

Rebeldia contra a ordem

A população dos morros novamente age em prol dos traficantes, seus financiadores, protetores, governantes marginais, pois estes lhes trazem mais vantagem na desordem do que o Estado na ordem. O Estado é a realidade de uma vida de trabalho, lei e impostos. O traficante é um sonho de terra da fantasia, com botijão de gás mais barato, carro roubado e mais barato (a possibilidade de ter um importado de R$ 100 mil a R$ 20 mil), TV a cabo mais barata, e emprego para os jovens nas colunas do tráfico.

É por isto que tentam provocar as forças de segurança para depois alegar na frente das câmaras que os soldados é que são violentos. Bando de gente hipócrita.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Juíza é morta em Niteroi

Já dissemos que o Rio de Janeiro já foi completamente controlado pelos traficantes nas zonas de morros e favelas. Em sua sanha por domínio, acabaram por ensinar aos policiais seu modus operandi. No entanto, os policiais, com uma formação teórica e prática institucional e metodizada, melhoraram os métodos, e hoje as milícias controlam os morros, e os traficantes são obrigados a conter suas zonas de domínio.

Acrescente-se o fato de que as Unidades Pacificadoras vieram para ficar, e existem entendimentos subterrâneos entre a Polícia legal e a Milícia ilegal. As milícias, muitas vezes formadas por policiais de Polícia legal, querem dar cabo de traficantes realmente perigosos e emocionalmente descontrolados, mas a lei limita a sua ação. E esta juíza era um dos agentes, entre dezenas que se contam, que limitava a ação das Milícias.

Se os criminosos, porque mesmo egressos da Polícia legal o são, chegaram a este ponto, é porque ou foram colocados numa sinuca em relação ao extermínio que ainda não completaram, ou é porque entre eles deve haver gente de alta patente que não pode ser descoberta. A lentidão e as brechas da lei, comentadas até em novelas infames de TV, aborrecem tanto a população quanto os bons policiais. E se alguém vai dizer que um bom policial não mata juiz, deve levar em conta que quando um policial age desta forma em uma associação ilegal, provavelmente o faz em desespero de causa.

O que se tira disto é o descontentamento dos agentes da lei com a burocracia e com a obediência cega às leis, obediência esta por vezes burra, que questiona até a forma como alguém foi preso, como uma prova foi colhida, se uma gravação é legal ou não, deixa um marido que é sabidamente uma ameaça à mulher solto porque ele ainda não fez nada de grave, e outros fatores que cansam a população.

Tudo demonstra o grau de estresse dos cidadãos que pagam impostos, e querem ordem.