domingo, 23 de março de 2014

As UPPs Unidades Policiais Pacificadoras

Nesta semana, ouvi um jornalista de um destes programas de audiência fácil, populistas, puxa-sacos do povo, ora críticos da autoridade, ora elogiadores da ordem Pura conversa fiada, pois sabemos que sua cultura é pouca, seu objetivo é audiência, e que mudam de opinião sempre que interessa. Jornalistas metidos a valentes, com teses idiotas de Responsabilidade Social global.

Este elemento disse que implantar UPP na favela é condenar o Policial à morte. Pois queremos modificar esta burrice para "Implantar um Batalhão de Polícia é quase condenar o policial à morte". O policial sabe dos riscos. A imprensa é que vem querendo "puxar" o policial para um puro cidadão, trabalhador comum. É um vício de interpretação, classificação apressada, impulsividade mental.

Estratégia Policial

Para diminuir os custos de transporte, onde o principal componente é o combustível, não se espera uma decisão muito diferente das autoridades. A Policia Militar é da alçada Estadual, e o governador tem que se preocupar com custos.  E como fator psicológico, apesar das campanhas da oposição à autoridade (brasileiro não gosta de autoridade), a Polícia intimida os meliantes, traficantes, pedófilos, etc. A prova concreta disto é que os traficantes estão altamente incomodados, senão ficariam quietos.As UPPs tem câmeras, e alguns policiais já trabalham com as suas próprias. Se as imagens não forem dadas à autoridade policial, podem ser vendidas à imprensa ouao grupo rival de uma região. Hoje, informação é um bem à venda, para quem puder pagar.

Colocada no seio da favela, a UPP provoca o imediato conhecimento da população e de seus hábitos por parte da Polícia. Imediatamente,alguém já produz uma tese para rechaçar a ação da Polícia. E estas teses vem de onde ? Vem dos presídios, exatamente da cabeça de uns Camachos (o leitor pode pesquisar o que quer dizer isto). Existe preso que lê desde Cristianismo até economia, e de táticas policiais até a fabricação de explosivos.

Estado de Guerra Civil

O Rio de Janeiro é o cenário típico de Guerra Civil: de um lado a Ordem Constituída,que envia a Polícia, e do outro traficantes a mando de uma "força sombra" que aufere todos os lucros. O Rio está em Guerra. É um engano pensar nele como mais um Estado da Federação.Ele está em regime de exceção, e deveria ter os direitos individuais suspensos, até que se debele esta raça de contraventores terroristas.

A vocação

Existem vários policiais do batalhão de trânsito que querem ir para a ROTAM ou BOPE. Eles tem esta vocação, conhecem o risco, tem disposição e energia para tal.

As pessoas tem que voltar aos conceitos mais puros das circunstâncias e contextos. A imprensa e estes oportunistas dos jornais sensacionalistas estão torcendo as ideias para atender às suas conveniências. Pensamentos assim é que perverteram o ensino em nosso país, onde os alunos ameaçam professores, e estes não podem fazer nada. E por último estão os Camachos manipulando a sua mente, e você se acha um grande protetor da sociedade e dos direitos e garantias individuais.

Cuidado com os conceitos que você está comprando e ajudando a propagar. Deixa de ser otário. Muitos deles saem de presídios de segurança máxima, e não da cabeça de sociólogos.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

A ROTA - Assistam ao filme

Tivemos a oportunidade de ver o filme (pouco divulgado) "ROTA comando".

Ali está exposta a real situação do crime em São Paulo, mostrando as relações entre Rio e São Paulo. Existe uma verdadeira troca de favores entre os marginais destes dois estados, espelho das relações comerciais entre ambos. Sim, o tráfico de drogas se enquadra perfeitamente no circuito de indústria/comércio interestadual.

Troca de favores

Refugiados nas favelas, marginais foragidos do próprio esquema do tráfico do Rio de Janeiro são "hospedados" nas favelas paulistas e vice-versa. Este é mais um motivo para se ACABAR com as favelas, criando novos espaços urbanizados. A arquitetura de "beco dá em viela, e viela dá em beco" é propícia para esconderijo de "foras-da-lei".

Os policiais e a honra

O filme também desmistifica a ideia propagada pela imprensa de que a ROTA é violenta. Em uma das cenas um oficial dá uma tremenda bronca num soldado que erra a leitura da placa de um carro, e pede desculpas ao cidadão abordado no veículo pelo erro.

Fica claro que o batalhão é formado por policiais que prezam a honra em primeiro lugar, sabendo dos soldos excessivamente magros.

A violência dos marginais

O aperto da Polícia sobre os marginais provoca um verdadeiro desespero por parte deles, que buscam velhos métodos para ganhar dinheiro, como o sequestro, pois a ROTA não se intimida nos becos com a possibilidade de resposta à bala. Bandido que troca tiros com a ROTA é execrado pelos policiais, pois deveria haver um enorme respeito da população e de qualquer um com a autoridade policial. Matar um policial é a assinatura de sentença de morte.

Os marginais são extremamente violentos, principalmente quando drogados, e só pensam em golpes o tempo inteiro. Não sabem esperar e traem uns aos outros.

Conclusão

O filme é uma imagem crua e nua dos marginais, seus métodos, seu desamor e desrespeito à vida humana. Amizade, só temporariamente, enquanto as coisas dão certo. Esta se transforma em ódio. A própria marginalidade faz o seu "controle populacional", pois matam uns aos outros.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

A morte de Amarildo

Estamos chocados com aquilo que avilta e ofende a sociedade brasileira.

Manipulados pelo poder do tráfico, os habitantes da Rocinha fazem atos por Amarildo, suspeito de operar o terceiro (nem o segundo) nível do tráfico.

Ora, pouco é preciso falar. O alvo é a implantação de UPPs no Rio. Brasileiro não é trouxa e já percebeu. É execrável gastar tanto recurso e polícia para algo desta estirpe. Que bando de cegos os que julgam que se faz um estado de uma área à margem da lei e a custa de programas sociais.

É perigoso o caminho que está tomando a sociedade que quer inverter a lei. Na hora em que este caldeirão estourar, ai sim, teremos algo como uma guerra civil em nossa sociedade. O exagero da quebra de instituições e a "forçação" de barra das leis pode provocar é ódio. Até as crianças sabem o limite da birra, que detona a violência.

É hora de parar com os exageros da inversão de valores no Brasil.

sábado, 10 de agosto de 2013

O caso Pesseguini - Chacina do Policial da ROTA e família

Não gostamos de noticiar crimes, mas tão somente o modus operandi de quadrilhas, implicações táticas e sociais.

O caso Pesseguini é muito interessante como um desafio de lógica:

LÓGICA é o insumo básico da PREVISIBILIDADE, e a sua PROVA.

Um garoto de 13 anos

Para a religião mais embasada histórica e doutrinariamente, por ter o seu registro desde a fundação do mundo, o judaísmo, o garoto de 13 anos é considerado ADULTO.

Porém, este, em particular sofria de fibrose cística, que trazia sua espectativa de vida para apenas 4 anos, mas com muito amor e assistência médica, ele chegou aos 13, e poderia chegar a muitos mais.

Fibrose cística

Vamos tomar conhecimento desta doença pela literatura médica, para saber o quanto ela compromete o desempenho e a razão do ser humano.

Esta doença, em seu significado mais radical, provoca a dificuldade da eliminação das diversas secreções por serem estas excessivamente viscosas, ou seja, pouco fluidas. As informações divulgadas na mídia dizem que esta doença afeta os pulmões, no entanto, ela afeta realmente TODOS OS ÓRGÃOS QUE SECRETAM FLUIDOS, como estômago, intestino e pulmões, principalmente. As glândulas sudoríparas, salivares e pâncreas também são afetados.

Ou seja, nosso garoto, do qual estão querendo fazer um assassino, sofria de constante malo estar, precisando ser tratado com medicação importada. Um dos sintomas, que ilude as pessoas quanto ao local da doença é a tosse constante, na frequência de quase 24 horas por dia. A pessoa tem dores abdominais pela quantidade maior de gases produzidos, pelo fato da constipação causada pelo muco mais grosso nas vias digestivas, dificuldade para respirar, falta de apetite, etc. Resumindo: A PESSOA TEM UM MAL ESTAR CONSTANTE. Desta forma, seu planejamento e execução de ações ficam seriamente prejudicados.

O tratamento, caro, inclui a substituição da enzima DNase, que torna o muco mais fluido e mais fácil de transitar nas diversas vias corporais. Mesmo com tratamento, que envolve outras medidas, as complicações são DEBILITADORAS DA ATIVIDADE DIÁRIA.

Só este aspecto invalida as teses do delegado Itagiba, responsável pelo caso.

Suicídio na adolescência

Os casos de suicídio na adolescência são muito comuns, mas geralmente por ingestão de comprimidos ou saltando pela janela. Suicídio com arma de fogo, após a morte de terceiros não combina com a compulsão suicida adolescente.

Acrescentando a doença debilitante presente no garoto, o suicídio pode ser COMPLETAMENTE DESCARTADO. O suicídio é o final de uma cadeia de atos incluindo ARREPENDIMENTO. Quem perpetra um ato tão planejado, como se está querendo "vender" à opinião pública, NÃO DEMONSTRARIA ESTA SENSAÇÃO.

A operação de uma pistola .40

Os policiais militares estão, periodicamente, fazendo o teste prático com ma pistola .40. Acontece que, devido ao volume do punho da coronha, que abriga o carregador, a maior parte dos policiais é reprovada várias vezes antes de conseguir dominá-la. É necessário um longo aprendizado para quem tem a mão com o tamanho médio para o correspondente à estatura de um adulto entre 1,74m e 1,80m. Para esta pistola, a mão de tamanho considerado médio é insuficiente para dominar o manejo desta arma.

Um garoto de 13 anos teria de treinar durante muito tempo, mesmo para dar tiros à queima roupa. A mão ficaria com nítidas marcas de esforço. Mesmo uma arma para o padrão 38 produziria efeitos colaterais no tiro, quando utilizada por um pré-adolescente.

Um garoto treinado

Um policial experiente, de um esquadrão de elite. condecorado por serviço prestado, NUNCA ensinaria o próprio filho a atirar, e muito menos com um armamento de uso restrito de forças de segurança, como é a .40.

Segundo o delegado Itagiba, o pai do garoto o havia ensinado a dirigir. Novamente usamos a justificativa do parágrafo anterior, acrescido do fato de que o menino tinha uma doença que debilitava as suas capacidades.

A morte do pai

Conforme avaliado pelos peritos, a morte do pai se deu 10 horas antes de todos os outros terem falecido. O delegado, no entanto, afirmou à revelia, que todos, exceto o garoto, foram mortos em sequência.

Um policial experiente, de uma unidade acostumada a lidar com diligências de último grau de violência, como é a característica da ROTA, se não fosse dopado, esboçaria reação. Não existem circunstâncias possíveis no contexto deste caso para o oferecimento dirigido de bebida envenenada por parte do filho para o pai, de forma a fazê-lo dormir. Policiais acostumados a ações de risco tem um sexto sentido elevado.

Os operadores de Segurança Pública, como os policiais, tem uma PRÓPRIOCEPÇÃO exagerada. Isto os torna aptos a prestar atenção até em atos automáticos. Existem policiais que, uma vez acordados bruscamente, pegam automaticamente na sua arma e se defendem. Existem exercícios desenvolvidos especialmente para forças de segurança que melhoram esta faculdade, alguns feitos no escuro.

A morte da mãe

A posição da mãe é a única diferente, de joelhos, como é comum nas execuções, acrescido do fato do tiro nesta pessoa ter sido dado na nuca.

O 18o. batalhão

Vários crimes e mistérios envolvem este batalhão que, segundo a mãe do garoto acusado, Andreia, tinha em seu efetivo 18 elementos envolvidos em assaltos a caixas eletrônicos. Esta pode ter sido a motivação do crime, pois ela havia feito acusação verbal ou escrita contra os elementos.

Coisa semelhante, em torno da organização de policiais corruptos pode ser lida aqui.

Um laudo de apenas 24 horas

Nós, brasileiros, acostumados a laudos e perícias demoradas, assistimos a um espetáculo de extrema eficiência da Polícia Paulista, que, em apenas 24 horas, solucionou um dos casos mais sinistros de chacina de policiais. Absurdo, nós não somos tolos a este ponto.

Segundo o conhecido legista George Sanguinetti, que atuou no caso Izabela Nardoni, caso Bruno e PC Farias, através da análise das fotos que mostram as posições dos mortos, Marcelinho NÃO COMETEU SUICÍDIO, pela posição de suas mãos mostrada na foto.

Conclusão

Todo este caso só cheira a absurdo, manipulado pelas autoridades policiais. A verdade é que eles foram mortos por gente do próprio 18o batalhão. A prova é o laudo apressado, a manipulação em torno do garoto, e um vídeo entregue com tanta boa vontade pela Polícia às redes de TV.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

O crime em São Paulo tem até contador (PCC)

Para arranjar um emprego, hoje, anos 2000, é desejável ter conhecimentos de manipulação do editor de texto e de planilhas. Isto agora também vale para arranjar emprego no PCC, o sindicato do crime de São Paulo. E os associados tem que contribuir para a "caixinha" mensalmente.

Explica esta história

Pois bem. Ontem, 23/01/2013, a ROTA, tropa de elite policial para o crime do dia a dia, entrou em uma residência suspeita. Dentro, apenas duas pessoas. Um assentado à frente de um computador, e outro o assessorando. Cena comum ? Seriam dois rapazes trabalhadores, que moram juntos ?

O horário era de trabalho (a tarde, antes das seis). O terminal de computador do primeiro rapaz mostrava uma planilha, que chamou a atenção de um policial. "O que é isso, uma contabilidade ?" O rapaz confirmou. Pelos dados e pelos nomes, e pela menção a armas, o policial perguntou: "Você trabalha para o PCC ?" O rapaz confirmou.

O sindicato do crime tem contribuição mensal

Daí o rapaz explicou as informações. A lista de nomes é dos membros do PCC naquela região (o PCC tem regionais). Cada membro contribui mensalmente com R$ 600,00. A quantia é ligeiramente inferior ao salário mínimo. E o policial quer saber: "Alguém não paga ?" O rapaz responde que alguns não pagam. "E o que vocês fazem com quem não paga ?" A resposta é que TODO mundo acaba pagando.

Então pense. Se os malandros contribuem mensalmente com esta quantia, e tem suas despesas pessoais, além do sustento aos seus vícios óbvios, pelo menos R$ 1200,00 tem que ser levantados todo mês. Por isto o malandro assalta todo mês, ou exerce a "pistolagem", que dá mais dinheiro.

Se existe a cobrança, o malandro pode receber uma "encomenda", ou seja, matar alguém para quitar sua dívida. Não existe mais, pelo menos em São Paulo e Rio de Janeiro, o malandro "freelancer", que trabalha quando quer, sem associação a nenhum grupo, com seus próprios planos. Se um meliante cometer um assalto em uma área, e o chefão souber, e o executor não for do seu grupo, lhe tomam o dinheiro e matam, pois "serviço", só com autorização. Tem que falar o que vai fazer e onde.

O salário e o aluguel

Continuemos com os dois rapazes. "Quem paga o aluguel ?" A resposta é que o PCC paga. "Quanto é o aluguel ?" A resposta surpreende: R$900,00. Não pelo valor, mas pela disposição e disponibilidade de recursos para até pagar o aluguel de uma CASA. Isto mesmo. Uma casa. E o PCC tem muitas alugadas desta forma. E ninguém pergunta sobre a identidade do pagante. Pagando bem, que mal tem ?

Mais uma: "Quanto vocês recebem do PCC ?" O rapaz do computador ganha R$ 2000,00 e o outro, que só transporta o pendrive pelas ruas da região, recebendo as informações contábeis recebe R$ 3000,00.

Conclusão

O PCC é um sindicato organizado, e todos os criminosos estão "presos" em um esquema que os oprime, escravos do crime a quem servem.


quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Empresas de geração de Energia Elétrica apagam o Galeão

Mais do que nosso direito a termos tarifas de energia elétrica justas, é o direito de autoridade e o respeito devidos ao Presidente da República.

É óbvio, não somos tolos, que o "apagão" do Galeão no dia de ontem e parte do dia de hoje, foi uma forma de boicotar o governo Dilma. As empresas de energia elétrica estão coalhadas de apadrinhados do PSDB, esta raça ruim.

Esqueceram-se apenas de que aeroportos não são ferramentas políticas, e sim componentes da infra-estrutura de transportes. Sistemas de controle aéreo e de passageiros dos vôos se unem num híbrido, mesmo parecendo ser uma coisa e outra. Se um erro no sistema de reservas e povoação das naves fizer com que entrem mais passageiros, em posições diferentes das previstas no plano de vôo, estaremos submetendo os aviões a um acidente aéreo.

Existe também o problema humano. Um passageiro de mau humor, que seja, pode provocar um tumulto em um avião no ar, simplesmente porque está a beira de um colapso nervoso, se for levado além de seu limite por qualquer contratempo dentro do avião. Como exemplo, se a aeromoça disser que não tem o refrigerante que ele gosta, este passageiro, no limiar de um surto, pode explodir. Passageiros nervosos podem ser mais danosos que uma bomba dentro da aeronave.

A Infraero e a direção do Galeão, bem como o responsável pela subestação local, e seus superiores devem sofrer indiciamento e investigação pela ANAC e pelo Ministério Público.

sábado, 15 de dezembro de 2012

65 Policiais Militares envolvidos com o tráfico

O maravilhoso estado do Rio de Janeiro deu outra demonstração de vergonha ao Brasil. 65 militares presos pelo óbvio envolvimento com o tráfico de drogas. Este número corresponde ao tamanho de uma Companhia.

Pelo volume e faturamento do tráfico de drogas, até compensa um indivíduo corrupto enfrentar o duro preparo oferecido pelo curso de Policial, objetivando o lucro posterior. Uma evidência desta possibilidade é o fato de que TODOS eram praças, ou seja, em início de carreira. O salário é muito baixo, e MESMO QUE FOSSE ALTO, o montante do dinheiro do tráfico possibilita a compra de casas em bairros de luxo para servirem de bases operacionais para as quadrilhas.

Para se ter uma ideia, os dois grupos de ação tática do 15º Batalhão da PM recebiam 5 mil diários. É um bom dinheiro para quem tem o segundo grau. Engenheiros recebem isto POR MÊS. As favelas de Duque de Caxias tem 12 quadrilhas de traficantes. Cada uma pagava proporcional ao movimento, registrado cuidadosamente em cadernos pelos chefes da boca, pois até bandido tem que dar satisfações contábeis para o chefe do bando.

É preciso fazer testes psicológicos rigorosos com os policiais, e durante todo o processo de preparação dos mesmos um monitoramento constante do grau de vocação destes indivíduos. Entrevistas constantes e filmagens dos policiais em ação podem ajudar. E por se tratar de uma profissão ligada à SEGURANÇA, as ligações telefônicas do Policial DEVEM ser monitoradas. E nada de dizer que o Policial tem uma vida privada, que tem que ser respeitada, pois esta profissão é "sui generis".

Existem coisas IGUAIS, só que umas são MAIS IGUAIS QUE AS OUTRAS.